Questões frequentes sobre taxas pré e pós-fixadas

Qual a diferença entre taxas pré e pós fixadas?

Quem está buscando um projeto de energia solar sabe que ele oferece muitos benefícios como uma economia na conta de luz que pode chegar em até 95%, além da redução de gases poluentes que agridem o planeta. 

Mas um sistema fotovoltaico pode ter um alto custo de aquisição e muitas vezes é necessário avaliar uma opção de financiamento para realizar esse sonho. 

O mercado oferece diversas opções de financiamento, onde em alguns casos inclusive é possível “substituir” o valor da conta de luz pela parcela do financiamento. Mas é importante ficar atento na hora de contratar um empréstimo.

As taxas pré-fixadas são conhecidas e estão definidas na contratação do financiamento. As taxas pós-fixadas ou variáveis estão indexadas a algum índice da economia e são calculadas mensalmente.

 

Para quem gosta de ter controle sobre quanto vai pagar em um empréstimo, a taxa de juros pré-fixada pode ser a melhor escolha?

Quando conversamos com pessoas que já realizaram um financiamento na vida, não é difícil encontrar aqueles que tiveram experiências desagradáveis, sendo a mais comum os casos de parcelas que variam como uma montanha russa gerando muita ansiedade e deixando a pessoa sem saber se será capaz de pagar o empréstimo até o fim.

E é por isso que algumas pessoas ao contratar um financiamento optam pela opção com taxas de juros pré-fixada, justamente porque querem saber no momento que assinam o contrato exatamente quanto vão pagar de prestação para se programar e evitar surpresas indesejáveis.

 

Taxas variáveis, podem ser um bom negócio?

As operações com taxas variáveis, também são conhecidas como taxas pós-fixadas, e tendem a uma condição de partida mais interessante. Em geral as taxas são compostas por duas variáveis, uma taxa fixa da instituição + taxa indexadora de remuneração do capital (em geral se utiliza ou a CDI ou IPCA, mas existem outras taxas que podem ser adotadas, de acordo com a instituição financeira e contrato). 

A grande vantagem de se utilizar de uma condição pós-fixada, é que as taxas da parcela fixa de juros costumam ser bem mais baixas, e quando as componentes indexadoras estão em momento de baixa, como o atual cenário da CDI e Selic, contribuem para uma taxa final de juros bem abaixo do que se encontra em taxas pré-fixadas. Já contratos indexados no IPCA tendem a ter uma taxa de juros final bem mais elevada com a retomada da inflação.

 

Como identificar a melhor opção?

A verdade é que não existe uma modalidade de financiamento que seja melhor para todas as pessoas, em todos os casos. É preciso analisar fatores individuais como a parcela que “cabe no bolso”, e ainda avaliar as taxas de juros oferecidas pelos bancos e expectativa da inflação para os próximos anos.

As taxas de juros oferecidas pelos bancos estão em constante mudança, a partir das conjunturas econômica e da concorrência entre as próprias instituições. A SUNNIT facilita a busca ao oferecer com apenas um cadastro, as taxas oferecidas por várias instituições.

Já o comportamento da inflação é, totalmente imprevisível no longo prazo. O máximo que conseguimos é uma estimativa para os próximos meses. Sendo assim, quando uma pessoa escolhe uma condição pós-fixada, está fazendo uma “aposta”, querendo ou não.

Optar pelo financiamento prefixado significa escolher a previsibilidade e proteger-se do aumento da inflação. Caso o IPCA dispare, a pessoa está protegida porque o saldo devedor não será corrigido.

Quer encontrar a melhor oferta de financiamento?

Consulte a SUNNIT e tenha a certeza de estar fazendo um bom negócio.

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